segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Strike faz ótima adaptação literária do romance policial de J. K. Rowling O Chamado do Cuco


O Chamado do Cuco, livro do autor Robert Galbraith de abril de 2013, ganha sua adaptação para a televisão no segundo semestre de 2017. Dividido em três partes, o seriado recebeu o nome de Strike, sobrenome do novo detetive Cormoran Strike, que já possui pelo menos três grandes casos em seu portfólio até o momento com os romances policiais: O Chamado do Cuco, O Bicho da Seda e Vocação para o Mal, todos publicados no Brasil pela Rocco.

Robert Galbraith é na verdade ninguém menos que a própria J.K. Rowling, autora de todos os livros de Harry Potter, que foi descoberta como a verdadeira mente por trás dos romances citados acima. Com a notícia de que os casos do detetive Strike chegariam à TV pela BBC, Rowling foi anunciada como produtora executiva, acompanhando de perto o desenvolvimento da série.

A trama gira em torno da modelo Lula Landry (Elarica Johnson), encontrada morta após teoricamente se atirar de sua cobertura. O irmão da vítima, John Bristow (Leo Bill), inconformado com as conclusões de suicídio da polícia, contrata os serviços do detetive particular Cormoran Strike (Tom Burke), por este ter uma ligação com sua família e estar em recentes dificuldades financeiras.

Super modelo Lula Landry (Elarica Johnson) antes da tragédia. Foto: BBC

Durante os três episódios somos apresentados ao protagonista, um ex-militar que perdeu uma das pernas em missão no Afeganistão e filho bastardo de uma estrela da música com que não se dá muito bem. Também há a introdução de sua nova secretária Robin Ellacott (Holliday Grainger) que o ajudará não apenas a colocar em ordem seu escritório, assim como seu novo caso com suas habilidades muito convenientes.

A partir disto, muitos personagens e suspeitos entram em cena enquanto Strike tenta pouco a pouco extrair de cada um deles as verdades escondidas por trás de grandes egos, medo, irresponsabilidade e ciúmes. Tony Landry, o tio ameaçador de Lula; Tansy Bestigui a esposa de um famoso cineasta que sofre em suas mãos; Lady Bristol, a mãe adotiva da modelo e Evan Duffield o namorado excêntrico e arruaceiro de Lula; todos estes estão envolvidos na trama central de seu assassinato, junto com tantos outros.

A adaptação para televisão foi muito feliz nas caracterizações dos personagens, bem como na ambientação da série gravada exatamente nos locais citados nas páginas do livro. Cormoran passa bem a imagem de quem tem muitos problemas e tem suas relações pessoais levemente exploradas durante a produção.

Há, certamente, uma maior exploração de suas relações com sua ex companheira e sua complexa família com estrelas do rock e modelos decantes, no livro, sendo mostrado em tela apenas entre conversas e telefonemas. Já sua relação com a irmã recebe um pouco mais de atenção durante a história.

Sua relação com a perna é bastante presente e o ator Tom Burke faz excelente trabalho em retratar as dificuldades de locomoção e incômodos causados pela falta de um mebro. É interessante assistir um dos mais marcantes momentos relacionados com o personagem em que é mostrado em forma de flashback como Strike realmente perde a perna.

Apesar de deixarem de fora o foco nos dramas pessoais do detetive, a série deixa claro pontos importantes do romance como a relação de Robin com o noivo enciumado e que não apoia em nada as escolhas sobre a nova carreira da companheira, além de iniciar a relação crescente entre a secretária e Strike, que passa de apenas serviços de escritório para uma parceria e cumplicidade na hora de resolver os casos.

O Chamado do Cuco mescla bem o lado que seria glamoroso da vida de uma super modelo e dos dramas pessoais dos personagens, incluindo a própria Lula Landry. Em um típico romance policial inglês, somos transportados para as ruas de Londres e dramas familiares enquanto presenciamos o crescimento do detetive Cormoran Strike em seu primeiro caso de sucesso. A série é uma boa pedida para aqueles que apreciam uma boa adaptação vinda da literatura.

A continuação, O Bicho da Seda, já está disponível para ser assistida e também será trazida em review para o Mega Hero assim que possível. Conhecem a trilogia do detetive Strike? Qual o preferido de vocês?

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Conheça novos autores nacionais na tag do momento #LeiaNovosBR


Agora em setembro está rolando a campanha #LeiaNovosBR. O objetivo é apresentar novos escritores nacionais ao público e foi criada pelos blogueiros e podcasters Domenica Mendes e Basso dos sites Leitor Cabuloso e Covil Geek, respectivamente.

Procure a hashtag #LeiaNovosBR pelas redes sociais para encontrar boas dicas. Agora, poupando um pouco o trabalho de vocês, fizemos a seleção de algumas obras que estão na campanha e que achamos interessantes. Vamos lá?

https://www.saraiva.com.br/contando-estrelas-9756844.html
https://www.clubedeautores.com.br/book/241029--As_Cronicas_de_Gredon#.WbrIRFWGNph
https://www.amazon.com.br/Z%C3%A9-Calabros-Terra-Dos-Cornos-ebook/dp/B073XFQ2GL
https://www.amazon.com.br/casa-vidro-As-Esta%C3%A7%C3%B5es-ebook/dp/B01M02UG2L
https://www.amazon.com.br/dp/B014U11ZPI
https://www.clubedeautores.com.br/book/223443--O_Arquivo_dos_Sonhos_Perdidos
https://www.amazon.com.br/Olhos-Negros-Terra-Trilogia-Livro-ebook/dp/B06WWJ7D41
https://www.amazon.com.br/Kalciferum-Demônios-Bruxas-e-Vagantes-ebook/dp/B01LZWVEA7
fantasia
ascendente
o-templo-dos-ventos
Lobo-rua-Jana-P-Bianchi


Tem mais autores e livros... Deu preguiça de procurar? Siga os links para ver o que está rolando:

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Amityville: O Despertar revive mal antigo em um desfecho previsível


Um cenário bastante comum em filmes de terror envolve uma casa com um passado sombrio, uma força desconhecida e uma família recém chegada nesse ambiente opressor. Amityville: O Despertar segue exatamente essa premissa, realizando uma tentativa válida de explorar ainda mais a mitologia que envolve a casa de Amityville.

Passados 40 anos desde que Ronald DeFeo assassinou toda sua família, a história agora segue uma nova família que se muda para a casa onde ocorreram os assassinatos. Sem o pai e com o seu irmão gêmeo em estado de coma, Belle (Bella Thorne) precisa lidar com o delicado estado de sua mãe e ainda cuidar de sua irmã mais nova, a pequena Juliet (Mckenna Grace).

Belle é uma personagem relacionável com problemas reais e um sentimento de culpa que se desenvolve com a trama. O diretor faz um bom trabalho em explorar o drama familiar com as questões da adolescência pelas quais a protagonista passa, não deixando de integrá-las à ameaça sobrenatural que cresce com o desenrolar da história.

A história da casa e uma presença sobrenatural se misturam em meio ao drama familiar

Já sua mãe, interpretada por Jennifer Jason Leigh, se mostra em uma posição mais antagônica/mãe louca. A personagem aparenta ter alguns segredos e fica mais assustadora do que a entidade sobrenatural em certos momentos, auxiliando a construir um ar de insegurança para a casa.

É interessante como a falta de um adulto "protetor" funciona como um bom meio de criar tensão no terror, o que e feito com sucesso no longa. A presença da tia de Belle, Candice (Jennifer Morrison), em momentos pontuais, deixa essa questão ainda mais fácil de ser identificada.

Contudo, tudo aquilo que foi dedicado para a construção dos personagens não foi replicado para a história. Há, sem dúvidas, diversos problemas na formação da trama que tornam o filme em alguns momentos difícil de acompanhar, seja por todo o aspecto psicológico e sombrio que o diretor tenta passar ou simplesmente por uma falha de organização do roteiro.

Há um uso extenso de cenas de sonhos e visões que acabam por segurar a narrativa, sendo, por vezes, apenas utilizadas para tentar arrancar sustos. Por sinal, o filme é carregado de jumpscares. Ainda que alguns deles funcionem, a grande maioria nem mesmo chega a provocar sustos e apenas compõe a cena como uma ferramenta barata e nada memorável.

Belle (Bella Thorne) tem seu lado emocional bem trabalhado e encara a entidade sobrenatural com todas as suas forças

Outro ponto que arrasta a trama são alguns momentos desnecessários talvez ligados aos cortes do filme. Logo de início, a história de Ronald DeFeo e da casa são apresentadas ao espectador por uma via jornalística, sendo novamente replicada quando a protagonista aprende pela primeira vez sobre a história obscura da sua nova moradia e por uma terceira vez trazida em uma conversa com seus amigos.

Ainda assim, a história, em um panorama geral, funciona por si só. A personagem principal é nem apresentada, a ameaça fica logo evidente e há uma resolução ao final, ainda que extremamente previsível.

Um ponto em que o longa se destaca é como conseguiu incorporar os filmes de Amityville na narrativa (tanto o original - Horror em Amityville, Terror em Amityville e o remake) de uma maneira divertida.

De maneira simples, Amityville: O Despertar não decepciona, mas também não acrescenta muito para um bem trabalhado cenário do terror cinematográfico.

domingo, 3 de setembro de 2017

O último pistoleiro luta para proteger A Torre Negra em um sci-fi western


Quando as realidades de dois mundos colidem ameaçando suas existências, são necessários heróis com habilidades muito específicas para proteger A Torre Negra, centro de todo poder do universo e consequentemente a Terra, que está diretamente ligada a esta estranha nova realidade.

Jake (Tom Taylor) tem sonhos estranhos sempre com os mesmos personagens, que faz questão de retratar em forma de desenhos que cobrem as paredes do seu quarto. Seus sonhos revelam pessoas ruins que querem prejudicá-lo, além de mostrar-lhe um mundo bem diferente do seu todas as noites.

Apesar de explicar para sua mãe e ao psicólogo que vários elementos dos seus sonhos estão se mostrando reais e que ele precisa de ajuda para escapar, os adultos não lhe dão crédito, forçando-o a fugir.

Após desvendar partes de seus sonhos, Jake consegue se transportar para o mundo de seus sonhos, sempre duvidando da existência de um mundo com tanto sofrimento, destruição e personagens tão excêntricos como pistoleiros e magos. Mas ao atravessar o portal que une os mundos, o garoto precisa acreditar já que dá de cara com o próprio pistoleiro dos sonhos. A união dos dois é a única chance de salvar os dois mundos.

Jake (Tom Taylor) descobre que seus sonhos estão ligados a uma ameaça muito real - Foto por Ilze Kitshoff - © 2017 CTMG, Inc. All Rights Reserved

O filme, inspirado na série de Stephen King de mesmo título, trata-se de um universo fantasioso com elementos de faroeste, suspense e sci-fi, que busca contar a história desta outra realidade.

Apesar de ter uma trama com um grande potencial, o filme falha quando deixa de dar ao espectador algumas informações básicas de como o universo da Torre Negra funciona, simplesmente jogando o público em uma história com regras e funcionamento desconhecidos.

Com um personagem interessante e bastante habilidoso, Roland (Idris Elba) possui toda uma história de background sobre os pistoleiros e sua mitologia que poderiam ser melhor explorados, ainda sim entrega para o público boas cenas de ação e incríveis tiros disparados sob o mantra dos pistoleiros podendo disparar até mesmo de olhos fechados, desbancando até John Wick.

Roland (Idris Elba) é o último pistoleiro - Foto por Jessica Miglio - © 2017 CTMG, Inc. All Rights Reserved.

Tudo é desenvolvido com muita rapidez desde a apresentação do universo até a resolução do conflito não havendo uma profundidade na história. Em uma hora e meia é preciso digerir muitas cenas desnecessárias e demoradas, sem que os fatos mais relevantes sejam apresentados de uma vez revelando o objetivo da história e seu desenvolvimento.

O ator Tom Taylor não acrescenta nada de especial na produção e resta a Idris Elba o papel de ator âncora para tornar o filme minimamente interessante. Também sem um diferencial no filme está o ator Matthew McConaughey como o feiticeiro e vilão Walter que não amedronta ou faz uma atuação não clichê do mago do mal.

Apesar de rápida e sem muita profundidade, a história consegue mostrar o desenvolvimento e aumento da confiança de Jake ao conseguir a confiança e amizade de Roland e se mostra um possível candidato para desenvolver suas habilidades junto ao pistoleiro.

A Torre Negra é um filme para assistir sem compromisso e para se distrair. Se este universo continuar nos cinemas seguindo a série de livros de Stephen King, é preciso um pouco mais de desenvolvimento e carinho com a mitologia da história para que assim possa cativar a atenção de fãs e novos espectadores.

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Atômica apresenta protagonista feminina forte e habilidosa em trama sobre espionagem


Uma das melhores agentes do MI6 é enviada para uma complexa missão na Alemanha e terá de usar todas suas habilidades para salvar sua própria pele, seus colegas de trabalho e até seus inimigos, em uma guarda-roupa invejável e um platinado atômico.

Atômica segue a história de Lorraine Broughton (Charlize Theron), agente secreta do serviço britânico durante a Guerra Fria. A espiã é enviada para Berlim no auge dos conflitos na dividida capital para recuperar uma importante lista que pode comprometer agentes secretos de todo mundo com a revelação de suas identidades, caso caia em mãos erradas.

Para isso, Lorraine se encontra com seu contato na Berlim Ocidental, o agente David Percival (James McAvoy), que está alocado em Berlim há tempo suficiente para se misturar entre informantes e inimigos e não inspira nem um pouco de confiança, apesar de concordar em ajudá-la.

Em uma trama repleta de reviravoltas, Atômica mostra uma agente que trabalha sozinha, mas que é extremamente competente em seu trabalho. Treinada em diferentes tipos de combate corpo a corpo, excelente mira e fluência em diversas línguas, a agente Broughton percebe que desde o início que sua missão está comprometida por traições e terá de dar mais do que seu melhor para sair viva das duas Berlins.

  Lorraine Broughtonto (Charlize Theron) e Delphine Lasalle (Sofia Boutella). Foto: © Focus Features LLC.
Charlize Theron destaca-se no papel por ter feito a maioria das cenas de ação do filme e demostra comprometimento ao encarnar uma agente secreta de coração frio e focada em seu trabalho. Atômica mostra que produções que evidenciam mulheres fortes e independentes têm tudo para tomar os cinemas e inspirar cada vez mais materiais com protagonistas femininas.

Metida em um jogo complexo onde confiança ou sentimentos não são uma opção, a personagem demostra suas habilidades para desvendar a trama do filme e luta contra agentes russos, franceses, alemães, para obter o resultado dela esperado. O roteiro é feliz em retratar justamente este emaranhado de histórias mostrando as motivações de cada personagem envolvido nos conflitos.

Apesar de se passar no final dos anos 1980 e início dos anos 1990, o filme não passa uma atmosfera que remete à época da queda do Muro de Berlim. Com um visual bastante moderno, principalmente se tratando de Charlize Theron, que veste uma gama de figurinos que dificilmente caberiam em uma mala de uma agente secreta, a produção poderia ter carregado mais na ambientação e figurinos da época.

A agente Broughton luta contra capangas do inimigo. Foto: © Focus Features LLC
Dois pontos que chamam atenção são, primeiro, o visual arrojado do filme, que mesmo sendo no passado possui uma identidade visual bastante atual e moderna com textos e elementos gráficos em tela durante a história, e segundo a trilha uma sonora bastante presente em diversas cenas regadas com mais alto e bom rock.

A montagem também merece menção já que o expectador é levado, durante todo o filme, do presente para o passado, enquanto a agente Broughton relata toda sua história de dentro de uma sala de interrogatório e os fatos aparecem como flashbacks, trazendo um ritmo interessante para a produção.

Atômica é um filme sobre espionagem que é preciso ficar atento para acompanhar toda evolução da história cheia tramoias, muitas lutas, poder feminino e estilo de de uma das melhores agentes do MI6. Apesar de apanhar muito, Lorraine Broughton procura cumprir sua missão sem dar nenhuma chance aos inimigos demonstrando toda sua capacidade.

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Conheça a revista Trasgo e a Fantasia e Ficção Científica brazucas



Olá pessoas que gostam de ler. Vocês precisam conhecer a Revista Trasgo! Ela traz contos selecionados, de autores nacionais, de fantasia e ficção científica. E o melhor, de graça. Além de ler os contos, você tem a chance de conhecer os autores, que são entrevistados a cada edição. Você pode ler pelo navegador, ou baixando versões e-book para o seu leitor favorito.

Outro dia, tive a chance de escutar um episódio do podcast, os 12 Trabalhos do Escritor no qual o editor da revista, Rodrigo van Kampen, conta um pouco da trajetória da revista. Um fato interessante (se você for um escritor) é que a revista paga ao autores selecionados pelos seus contos, algo comum no mercado externo, mas ainda raro aqui no Brasil.


A edição 15 conta com uma capa belíssima pela artista Jéssica Lang. A cada edição, vemos um artistas convidados e excelentes artes de capa.

Nesta edição, temos seis contos:

"Você está morto, Jesse Danvers", de Carol Peace, uma ficção científica de futuro próximo onde Celebs cuidadosamente projetados oferecem todo entretenimento televisivo que um assalariado poderia desejar.

"Ipupiara", de H. Pueyo. Na capitania de São Vicente, em 1675, o português Isidoro, ao fazer uma viagem acaba se esbarrando com uma criatura do nosso folclore.

"Wonder", de Ricardo Santos nos apresenta uma singela carta de um pai preocupado com o bebê que vai nascer. Afinal, ele pode ser um Wonder.

"Passando pelo Rincão dos Infernos em direção ao Passo das Enforcadas", de  Nikelen Witter nos apresenta Cadico e Betão, dois amigos com problemas enquanto dirigem e que levarão o leitor a conhecer uma visão sobre uma lenda popular na região sul do Brasil.

Em "Cibersolitude", de Thiago Lee,  conhecemos Goshka uma caçadora de recompensas meio humana, meio máquina, tentando sobreviver a mais um dia de caça.

Em "O Meteoro de Rojanski", de Thiago Loriggio, uma ficção científica hard, Xavier tem que lidar com um meteoro que não quer se comportar como tal, insistindo em permanecer em rota de colisão.
Outra novidade da Trasgo é que começaram a produzir um podcast no qual você poderá ouvir contos já publicados.
Além disso, a revista possui um modelo de financiamento coletivo por apadrinhamento. Assim, os leitores que apostarem no projeto podem contribuir à partir de 1 Real por mês e receber recompensas de acordo com o valor aplicado.

Enfim, esta é uma ótima opção para ler contos de FC e Fantasia de escritores conhecidos ou iniciantes.